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Café com Ciência abre com artigo publicado na Science pelo Prof. Thiago Rangel

O Café com Ciência inicia suas atividades com a palestra convidada do Prof. Thiago Rangel, do Departamento de Ecologia da UFG (disponível aqui) . O título de sua palestra é "Modelos mecanísticos de simulação explicam o surgimento e manutenção da biodiversidade" e refere-se a um trabalho recentemente publicado na Science (link para o vídeo). Esse trabalho teve grande repercussão, levando inclusive o pesquisador a ser entrevistado pela Veja (entrevista disponível aqui). Não percam a discussão científica de alta qualidade, e ainda um cafezinho grátis.

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Modelos mecanísticos de simulação explicam o surgimento e manutenção da biodiversidade
Palestrante: Prof. Dr. Thiago Rangel
Afiliação: Dept. de Ecologia da UFG
Data: 29/08/2018 (quarta-feira)
Horário: 12h45
Local: Anfiteatro I do IF/UFG.

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RESUMO

A distribuição da vida na Terra é um dos fenômenos naturais mais complexos, desafiando a compreensão de cientistas há séculos. A biodiversidade surge de propriedades emergentes de sistemas físicos e biológicos em todos os níveis de organização, desde moléculas até ecossistemas. Entretanto, a partir da escala biológica, interações não-lineares e feedbacks tornam o sistema complexo e organizado. Além disso, sistemas biológicos em grande escala não estão sujeitos a manipulação experimental, seja por limitações éticas, práticas ou econômicas. Ecólogos e biólogos evolutivos têm empregado modelos mecanísticos de simulação na tentativa de recriar com realismo os principais processos que determinam o surgimento, manutenção e a erosão da biodiversidade. Além de permitir a avaliação experimental in silico de hipóteses causais, modelos de simulação também permitem a incorporação de eventos estocásticos que afetam profundamente o curso da história. Nessa palestra eu apresento o estudo de Rangel et al. (2018, Science), que desenvolveram um modelo de simulação para explicar os padrões de biodiversidade na América do Sul. Eles concluíram que os cliclos glaciais e montanhas são os principais fatores que contribuíram para a biodiversidade na América do Sul.

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