PROSA chega à segunda edição com relatos de estudantes e egressos de Engenharia Física
Encontro reúne diferentes momentos da trajetória em Engenharia Física para discutir o que é o curso e aonde ele pode levar
O Instituto de Física da Universidade Federal de Goiás (IF/UFG) realiza no dia 15 de setembro, às 12h45, a segunda edição do PROSA, o Programa de Seminários Acadêmicos. Fruto de uma parceria entre o Colegiado Discente do PPGF, a Optica Student Chapter, a LAFISMED e a LEF, o programa foi criado para aproximar estudantes de graduação, pós-graduação e professores em torno da troca de experiências e da divulgação da pesquisa produzida na instituição. O PROSA estreou em agosto com relatos de doutorandos sobre seus períodos de pesquisa no exterior. Desta vez, o programa muda de foco, colocando a trajetória de quem vive a Engenharia Física no centro da conversa.
Esta edição tem um caráter especial: é organizada pela LEF (Liga Acadêmica de Engenharia Física) e dedicada a apresentar as diferentes trajetórias possíveis para quem cursa Engenharia Física, mostrando na prática os caminhos que a formação pode abrir.
O tema da segunda edição é justamente esse: afinal, o que é Engenharia Física, o que se faz nessa área e até onde ela pode levar? Em vez de apresentar a grade curricular do curso, a ideia é discutir a formação a partir de experiências reais, contadas por quem já passou — ou ainda está passando — por diferentes etapas do curso.
Para isso, o encontro reúne três convidados que representam justamente esses diferentes momentos. Ian Ribeiro de Andrade, engenheiro físico e atualmente estudante de mestrado em Física no PPGF - IF/UFG, representa um passo além na formação acadêmica: é pesquisador na área de Fotônica, tem experiência em instrumentação científica, óptica linear e não linear e produção de fibras poliméricas dopadas, além de vivência em programação e sistemas embarcados. Victor Matteus Silva Souza, bacharel em Engenharia Física pela UFG e recém-formado, atua hoje em pesquisa, desenvolvimento e gestão de projetos de robótica, inteligência artificial e gêmeos digitais no CEIA-UFG, com experiência em sistemas autônomos, robótica móvel, drones e aprendizado por reforço. Já Amanda Alencar Arrais de Garcia, ainda graduanda em Engenharia Física, mostra que é possível construir uma trajetória rica de pesquisa e liderança mesmo durante a graduação: atua na interface entre tecnologias da saúde e Engenharia Biomédica, já atuou como pesquisadora no Hospital Araújo Jorge e também na área de Física de Materiais, além de atuar como estagiária e assistente de coordenação na e.Quality Soluções & Engenharia LTDA. Hoje preside a Liga Acadêmica de Engenharia Física da UFG (LEF/UFG) e é Chair do IEEE EMBS Student Branch Chapter da UFG.
Juntos, os três palestrantes cobrem etapas distintas de um mesmo caminho — de quem está se formando a quem já concluiu a graduação e segue para a pós-graduação — e áreas de atuação variadas dentro da Engenharia Física, como Óptica e Fotônica, Engenharia Biomédica, Programação e Instrumentação.
Esse tipo de relato é especialmente útil para estudantes de graduação que ainda estão descobrindo as possibilidades do curso, mas também interessa a colegas de pós-graduação e professores, que podem encontrar ali pontos de conexão com suas próprias áreas de pesquisa e formas de aproximar a comunidade acadêmica do Instituto. Ao ouvir de perto as escolhas, dúvidas e aprendizados de quem já trilhou (ou está trilhando) esse caminho, é possível enxergar com mais clareza as diferentes portas que a Engenharia Física pode abrir.
A expectativa é de que o PROSA continue crescendo como um espaço recorrente de troca no IF/UFG, abordando novos temas e dando voz a diferentes trajetórias dentro da instituição. Estudantes, professores e demais membros da comunidade acadêmica estão convidados a participar dessa segunda edição, no dia 15 de setembro, às 12h45, e a acompanhar as próximas edições do programa.

Fonte: Secretaria do PPGF/IF/UFG.
